Como funciona o processo de aprendizagem de um segundo idioma?

Atualizado: 17 de Dez de 2019


Muitas pessoas pensam que aprender um idioma estrangeiro é uma tarefa simples e decidem iniciar o processo de aprendizagem quando, muitas vezes, já deveriam estar fluentes. Acreditam que o cérebro irá absorver o vocabulário, as expressões, as estruturas gramaticais, assim como as diferenças culturais e comportamentais em pouco tempo de estudo e dedicação. Mas não é tão simples assim!

Nosso cérebro é impressionante, está sempre aprendendo e fazendo novas conexões, porém, não somos todos iguais. Todos possuem maneiras diferentes de aprender, absorver o conteúdo e resolver problemas. Alguns se comunicam bem por serem extrovertidos, conseguem se expressar, mesmo cometendo alguns erros; outros têm ótima memória para vocabulário, mas tem dificuldade em construir uma frase, e há também aquelas pessoas que precisam escrever tudo o que aprendem, pois se sentem mais seguras assim.

Aprender idiomas é mudar formas de comportamento e compreensão de si e do outro, requer formação (ou ativação) de redes de neurônios cerebrais.

O grande erro da maioria das pessoas que na fase adulta inicia um curso de idioma, além da falta de dedicação, são as interrupções constantes nos estudos. Para que o aprendizado de um idioma ocorra de maneira efetiva, é preciso haver uma sequência progressiva de contato com o idioma, sem intervalos longos. Com o tempo, o aluno se sentirá mais confiante e confortável em comunicar-se neste idioma.

A didática de línguas estrangeiras que mais se destaca atualmente se concentra nos estilos pessoais de aprendizagem, ou seja, a gramática fica inserida em um contexto, com exercícios orais praticados antes mesmo de serem apresentados de forma escrita, tornando a aula mais produtiva e prazerosa.

Veja a seguir, algumas das dúvidas mais frequentes que os novos alunos apresentam referente a sistemática de aulas e o que sugerimos para que você possa entender melhor qual didática escolher na hora de se matricular em um curso de idiomas.

• A instituição promete eliminar totalmente as aulas de gramática? Então você deve desconfiar; as chances de sucesso são duvidosas. Segundo linguistas, assimilar uma língua estrangeira pressupõe o desenvolvimento das quatro habilidades comunicativas – compreensão auditiva, expressão oral, leitura e escrita, assim os cursos de idiomas deveriam promover a exposição dos alunos à prática de todas as habilidades, desde conversação até aulas de gramática.

• A conversação é priorizada? É fundamental que seja, pois sem a prática oral, nem uma mala cheia de teoria pode ajudá-lo. Entretanto, é necessário diferenciar a conversação natural da repetição, pois apenas memorizando palavras o aluno não irá alcançar a fluência e poderá bloquear ao ser exposto à uma conversação com nativos.

• Qual a postura que professores devem ter em relação aos erros? Mesmo quando os alunos falam ou escrevem frases contendo erros gramaticais ou de pronúncia, os professores de língua estrangeira têm o papel de estimular o aluno a se fazer entender da melhor maneira, tendo em mente que em fases iniciais do aprendizado, a supervalorização da gramática ou correção em excesso inibe os alunos mais inseguros e prejudica seu desempenho. • O curso se concentra em apenas um tipo de abordagem? Isso não é bom. Quanto mais variadas forem as atividades em aula, maior será a possibilidade de você aprender mais e melhor, principalmente com aulas em grupo. Como mencionamos anteriormente, cada indivíduo tem uma maneira diferente de aprender. Além disso, aulas mais dinâmicas e divertidas deixam alunos de todas as idades mais motivados e interessados, seja qual for o tópico estudado.

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